Variando um pouco a temática deste blog, resolvi postar um
texto que escrevi a alguns meses sobre nosso país em relação às ideologias
político-econômicas historicamente tanto debatidas.
A VERDADE POLÍTICO-ECONÔMICA DO BRASIL.
Nosso país é, economicamente, um arremedo misto de socialismo e capitalismo. Explicando: uma vez que o capitalismo fundamenta-se na mais valia e na aquisição de lucro extensivo unicamente a partir do mercado, ao grande empresário e; em menor escala, ao pequeno empresário, é que caberiam ganhos mais elevados, enquanto que ao restante da sociedade sobraria uma renda básica às suas necessidades e ao consumo desta produção industrial gerada por estes empresários capitalistas, já no socialismo, esta máquina aquisitiva empresarial inexiste, havendo uma uniformidade salarial imposta, a qual; muitas vezes, como sabemos, desvirtua-se em uma máquina estatal que beneficia altos ganhos de um funcionarismo público pertencente à burocracia administrativa. Como adendo ao raciocínio deste último, descarta-se; obviamente, e por questões relativas à dominação política, aqueles funcionários responsáveis pela educação e saúde.
Assim sendo, concluo que vivemos, como disse, um paradoxo entre um dito capitalismo que; a revelia de sua ideologia original, permite que alguns funcionários estatais obtenham lucros similares ou até superiores àqueles que estão engajados na produção ativa do capital e este socialismo burocrático que, mesmo não sendo aquele cuja ideologia socialista prega; como ilustrei anteriormente, beneficia claramente uma classe político-administrativa inerte que nada produz.
Se desejamos uma nação estável, primeiramente faria-se necessário nos definirmos em qual base ideológica nos propomos a estacionar, se aquela capitalista que privilegia o acúmulo de capital através do trabalho ativo; sem aqui considerarmos a discussão acerca de dominado-dominador, ou sob a égide do benefício do ócio jurídico-parlamentar de nossos poderes judiciário e legislativo e de nosso executivo, cabideiro de empregos improdutivos, à similaridade de um verdadeiro sistema socialista distorcido, burocrático e empreguista.
Enfim, nem somos; a meu ver, capitalistas, tampouco socialistas, mas sim uma distorção absurda de ambos, que beneficia o ócio ao trabalho, o ganho fácil à aquisição através do mercado e, desta forma, a formação não de uma elite industrial similar àquela dos países desenvolvidos, mas a perpetuação daquela velha estrutura colonial herdada do Antigo Regime que prioriza os privilégios ao trabalho, substituindo-se apenas as antigas mercês titularias pelas atuais concessões monetárias abusivas dos altos escalões administrativos, político-legislativos e do judiciário. Faz-se hora portanto, e creio que já passou muito na verdade, que se reestruture não as questões econômicas da sociedade brasileira, mas ela própria, em sua estrutura de pensamento e propósitos.
A VERDADE POLÍTICO-ECONÔMICA DO BRASIL.
Nosso país é, economicamente, um arremedo misto de socialismo e capitalismo. Explicando: uma vez que o capitalismo fundamenta-se na mais valia e na aquisição de lucro extensivo unicamente a partir do mercado, ao grande empresário e; em menor escala, ao pequeno empresário, é que caberiam ganhos mais elevados, enquanto que ao restante da sociedade sobraria uma renda básica às suas necessidades e ao consumo desta produção industrial gerada por estes empresários capitalistas, já no socialismo, esta máquina aquisitiva empresarial inexiste, havendo uma uniformidade salarial imposta, a qual; muitas vezes, como sabemos, desvirtua-se em uma máquina estatal que beneficia altos ganhos de um funcionarismo público pertencente à burocracia administrativa. Como adendo ao raciocínio deste último, descarta-se; obviamente, e por questões relativas à dominação política, aqueles funcionários responsáveis pela educação e saúde.
Assim sendo, concluo que vivemos, como disse, um paradoxo entre um dito capitalismo que; a revelia de sua ideologia original, permite que alguns funcionários estatais obtenham lucros similares ou até superiores àqueles que estão engajados na produção ativa do capital e este socialismo burocrático que, mesmo não sendo aquele cuja ideologia socialista prega; como ilustrei anteriormente, beneficia claramente uma classe político-administrativa inerte que nada produz.
Se desejamos uma nação estável, primeiramente faria-se necessário nos definirmos em qual base ideológica nos propomos a estacionar, se aquela capitalista que privilegia o acúmulo de capital através do trabalho ativo; sem aqui considerarmos a discussão acerca de dominado-dominador, ou sob a égide do benefício do ócio jurídico-parlamentar de nossos poderes judiciário e legislativo e de nosso executivo, cabideiro de empregos improdutivos, à similaridade de um verdadeiro sistema socialista distorcido, burocrático e empreguista.
Enfim, nem somos; a meu ver, capitalistas, tampouco socialistas, mas sim uma distorção absurda de ambos, que beneficia o ócio ao trabalho, o ganho fácil à aquisição através do mercado e, desta forma, a formação não de uma elite industrial similar àquela dos países desenvolvidos, mas a perpetuação daquela velha estrutura colonial herdada do Antigo Regime que prioriza os privilégios ao trabalho, substituindo-se apenas as antigas mercês titularias pelas atuais concessões monetárias abusivas dos altos escalões administrativos, político-legislativos e do judiciário. Faz-se hora portanto, e creio que já passou muito na verdade, que se reestruture não as questões econômicas da sociedade brasileira, mas ela própria, em sua estrutura de pensamento e propósitos.
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